Com Tatiana Andrade - Assistente Social

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Outubro Rosa


Apesar dos avanços tecnológicos, o câncer ainda continua com altos índices de mortalidade, sobretudo em função do diagnóstico tardio. Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, as estimativas para o ano de 2012 serão válidas também para o ano de 2013 e apontam a ocorrência de aproximadamente 518.510 casos novos de câncer, incluindo os casos de pele não melanoma, reforçando a magnitude do problema do câncer no país. Sem os casos de câncer da pele não melanoma, estima-se um total de 385 mil casos novos. Os tipos mais incidentes serão os cânceres de pele não melanoma, próstata, pulmão, cólon e reto e estômago para o sexo masculino; e os cânceres de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto e glândula tireoide para o sexo feminino. 

 Ainda segundo dados do Ministério da Saúde e do INCA, no país, o câncer, a diabetes, as doenças cardiovasculares e respiratórias consomem mais de 70% dos gastos assistenciais do Sistema Único de Saúde (SUS) e respondem por 67% das mortes registradas no país. Para o enfrentamento do câncer, são necessárias ações que incluam: educação em saúde em todos os níveis da sociedade; promoção e prevenção orientadas a indivíduos e grupos (com ênfase em ambientes de trabalho e em escolas); geração de opinião pública; apoio e estímulo à formulação de leis que determinem a garantia de ações na defesa da saúde pública. “Outubro Rosa” tem como foco principal a prevenção do câncer, destacando a importância da mobilização social e conscientização da prevenção da doença. O desafio, de acordo com os especialistas, é sensibilizar a população de que é possível evitar grande parte dos tumores com mudanças no estilo de vida e ainda alertar que, com detecção precoce e o tratamento correto, mais de 90% dos cânceres tem cura. 

COMENTÁRIO
 Dizem que a doença do século seja o câncer, outros afirmam que é a depressão ... em fim, não importa, precisamos refletir que muitas doenças são decorrentes do nosso estilo de vida (sedentarismo, tabagismo, alcool, etc) e outras sofrem influencia do meio no qual vivemos, com poluições, violência, comidas cada vez mais "empacotadas" etc...Mas, não custa nada tentar: a Prevenção deverá acontecer a partir da nossa consciencia, do acesso ao Sistema Único de Saúde de qualidade.
        
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